Depois de muita especulação sobre a possibilidade de Ronaldo protagonizar uma campanha publicitária para o SBT, o craque do Corinthians fez a alegria de Silvio Santos na manhã desta quarta-feira (7). O atacante chegou de helicóptero, acompanhado por dois assessores, atendendo ao convite do próprio Silvio para participar de uma gravação que será exibida no domingo, dia 18
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Ronaldo é destaque de programa de Silvio Santos
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Classificado, Brasil usa fim das eliminatórias como
'vestibular' para Copa
Thales Calipo
Em Teresópolis (RJ)
Mesmo com a vaga assegurada para a Copa do Mundo de 2010, o grupo da seleção brasileira achou uma motivação para os dois últimos compromissos pelas eliminatórias, contra Bolívia, neste domingo, e Venezuela, no dia 14. E quem mandou o recado a seus atletas, de forma velada, foi justamente o técnico Dunga.
"Depois de três anos e meio, se não tiver o time base, o presidente [da CBF, Ricardo Teixeira] me manda embora. Mas a seleção está aberta. Todo mundo tem que achar que não está na Copa, apesar de que os jogadores que estão aqui seguidamente deram um grande passo", afirmou o técnico da seleção brasileira.
Como o Brasil realizará apenas mais cinco jogos até a convocação definitiva para o Mundial, os jogadores assimilaram o recado. Mesmo com os possíveis efeitos colaterais da altitude, todos demonstraram vontade em jogar em La Paz, principalmente os "novatos".
Sandro e Diego Souza, por exemplo, podem ser enquadrados no grupo dos novos rostos da seleção. O primeiro foi chamado para os jogos contra Argentina e Chile para substituir Josué, contundido, enquanto o segundo esteve disponível apenas na segunda partida.
"Vou tentar buscar o meu espaço. Sei que tem jogadores na minha frente e vou com calma, já que não posso atropelar ninguém. Por isso, preciso pensar na seleção, nos jogos que tem aqui. Estou muito feliz por estar na seleção e apenas o tempo irá dizer se vou disputar a Copa do Mundo. Até por ser a minha segunda convocação, estou buscando conquistar ainda mais a confiança do treinador", disse o volante Sandro.
"Estar aqui é muito bom. A dificuldade é grande, pois tem muitos bons jogadores, mas chegou a minha hora e espero ter oportunidade para mostrar o meu valor", completou Diego Souza.
Até por não ter realizado nenhum coletivo, o técnico Dunga não deu pistas sobre a provável escalação contra a Bolívia. A lista dos jogadores que irão para La Paz será definida apenas na sexta-feira.
UOL
Thales Calipo
Em Teresópolis (RJ)
Mesmo com a vaga assegurada para a Copa do Mundo de 2010, o grupo da seleção brasileira achou uma motivação para os dois últimos compromissos pelas eliminatórias, contra Bolívia, neste domingo, e Venezuela, no dia 14. E quem mandou o recado a seus atletas, de forma velada, foi justamente o técnico Dunga.
"Depois de três anos e meio, se não tiver o time base, o presidente [da CBF, Ricardo Teixeira] me manda embora. Mas a seleção está aberta. Todo mundo tem que achar que não está na Copa, apesar de que os jogadores que estão aqui seguidamente deram um grande passo", afirmou o técnico da seleção brasileira.
Como o Brasil realizará apenas mais cinco jogos até a convocação definitiva para o Mundial, os jogadores assimilaram o recado. Mesmo com os possíveis efeitos colaterais da altitude, todos demonstraram vontade em jogar em La Paz, principalmente os "novatos".
Sandro e Diego Souza, por exemplo, podem ser enquadrados no grupo dos novos rostos da seleção. O primeiro foi chamado para os jogos contra Argentina e Chile para substituir Josué, contundido, enquanto o segundo esteve disponível apenas na segunda partida.
"Vou tentar buscar o meu espaço. Sei que tem jogadores na minha frente e vou com calma, já que não posso atropelar ninguém. Por isso, preciso pensar na seleção, nos jogos que tem aqui. Estou muito feliz por estar na seleção e apenas o tempo irá dizer se vou disputar a Copa do Mundo. Até por ser a minha segunda convocação, estou buscando conquistar ainda mais a confiança do treinador", disse o volante Sandro.
"Estar aqui é muito bom. A dificuldade é grande, pois tem muitos bons jogadores, mas chegou a minha hora e espero ter oportunidade para mostrar o meu valor", completou Diego Souza.
Até por não ter realizado nenhum coletivo, o técnico Dunga não deu pistas sobre a provável escalação contra a Bolívia. A lista dos jogadores que irão para La Paz será definida apenas na sexta-feira.
UOL
domingo, 4 de outubro de 2009
Palmeiras bate Santos e restabelece vantagem na liderança Folha Online/CBJr
Folha Online/CBJr
No primeiro reencontro com Vanderlei Luxemburgo, o Palmeiras venceu o clássico deste domingo contra o Santos, pela 27ª rodada. Jogando na Vila Belmiro, o time do Parque Antarctica derrotou o rival de virada por 3 a 1 e restabeleceu sua vantagem de cinco pontos na liderança do Campeonato Brasileiro. Já a equipe santista vê suas chances de classificação para a Libertadores se reduzirem.
Com o resultado, o Palmeiras chega a 53 pontos, na primeira colocação da tabela, mantendo a diferença de cinco pontos que mantinha para o segundo colocado --pela quarta-feira, o São Paulo abriu este 27ª turno vencendo o Náutico (2 a 1) e diminuindo esta diferença para apenas dois pontos.
A meta do Santos era outra: o time de Luxemburgo sonha em alcançar a zona de classificação para a Libertadores, o G4. A derrota faz o time estacionar nos 36 pontos, distante de uma das vagas.
O técnico Muricy Ramalho escalou a equipe palmeirense com problemas de desfalque. Ficaram de fora Maurício Ramos, com uma lesão no púbis, e Wendel, que se recupera de uma cotovelada que levou no jogo contra o Cruzeiro. Maurício completou a defesa e Figueroa fez a ala-direita. Cleiton Xavier e Armero voltaram de suspensão.
A situação não foi diferente no time da Baixada Santista. Luxemburgo teve que armar o time considerando os desfalques de Robson, Jean, Léo e Emerson, machucados, e Paulo Henrique Ganso, que está com a seleção sub-20.
Vitória de virada
Mesmo jogando com três volantes --Germano, Pará e Rodrigo Souto--, o Santos não se resguardou e atacou o Palmeiras no começo da partida. O Palmeiras logo respondeu, deixando a partida equilibrada e com chances ofensivas para ambos os lados.
Além dos desfalques que já dificultavam a escalação do Santos por Luxemburgo, o time ainda perdeu mais dois jogadores no primeiro tempo por contusão. Fabão deu lugar a Astorga aos 16min de jogo. Depois, aos 30min, o lateral-direito George Lucas sentiu a coxa e teve que deixar o campo, sendo substituído por Luizinho.
Depois de um começo disputado e um hiato de produtividade, a primeira etapa teve seu final dominado pelo time visitante, que impôs seu ritmo e criou chances de gol, chegando repetidamente à área do Santos.
Na volta do intervalo, o panorama se inverteu. O Santos voltou muito mais ofensivo e foi o responsável por praticamente todas as jogadas ofensivas. Até que aos 10min Luizinho, que entrou por conta da lesão de George Lucas, subiu para o ataque, aproveitou cruzamento da esquerda e chutou de longe para abrir o placar.
A resposta do Palmeiras não demorou. Aos 14min, Muricy trocou Obina por Robert. Quatro minutos depois, saiu o empate, mas com Diego Souza. Figueroa levantou a bola na área do Santos e o meia-atacante subiu para escorar de cabeça e igualar o placar.
Na sequência, Luxemburgo decidiu ir para o ataque. Gastou sua última alteração promovendo a entrada do atacante Felipe Azevedo no lugar do volante Pará e, em uma falha de marcação, levou o gol da virada. Novamente após cruzamento de Figueroa, a bola sobrou para Diego Souza, desmarcado, que driblou e chutou cruzado. Robert apareceu sozinho para completar para o gol vazio, aos 27min.
Aos 31min, Vagner Love ampliou. Robert recebeu dentro da área, disputou e ganhou a jogada com defesa adversária. O atacante ainda chutou para o gol e o goleiro Felipe, do Santos, desviou. A bola sobrou para Love empurrar para as redes.
No final da partida, aos 41min, Maurício entrou de carrinho e derrubou Neymar, em falta fora da área. O árbitro Sálvio Spínola apitou pênalti. Depois, foi notificado por um de seus auxiliares e voltou atrás, marcando falta fora da área. O Santos alçou a bola na área, mas Marcos abafou.
No primeiro reencontro com Vanderlei Luxemburgo, o Palmeiras venceu o clássico deste domingo contra o Santos, pela 27ª rodada. Jogando na Vila Belmiro, o time do Parque Antarctica derrotou o rival de virada por 3 a 1 e restabeleceu sua vantagem de cinco pontos na liderança do Campeonato Brasileiro. Já a equipe santista vê suas chances de classificação para a Libertadores se reduzirem.
Com o resultado, o Palmeiras chega a 53 pontos, na primeira colocação da tabela, mantendo a diferença de cinco pontos que mantinha para o segundo colocado --pela quarta-feira, o São Paulo abriu este 27ª turno vencendo o Náutico (2 a 1) e diminuindo esta diferença para apenas dois pontos.
A meta do Santos era outra: o time de Luxemburgo sonha em alcançar a zona de classificação para a Libertadores, o G4. A derrota faz o time estacionar nos 36 pontos, distante de uma das vagas.
O técnico Muricy Ramalho escalou a equipe palmeirense com problemas de desfalque. Ficaram de fora Maurício Ramos, com uma lesão no púbis, e Wendel, que se recupera de uma cotovelada que levou no jogo contra o Cruzeiro. Maurício completou a defesa e Figueroa fez a ala-direita. Cleiton Xavier e Armero voltaram de suspensão.
A situação não foi diferente no time da Baixada Santista. Luxemburgo teve que armar o time considerando os desfalques de Robson, Jean, Léo e Emerson, machucados, e Paulo Henrique Ganso, que está com a seleção sub-20.
Vitória de virada
Mesmo jogando com três volantes --Germano, Pará e Rodrigo Souto--, o Santos não se resguardou e atacou o Palmeiras no começo da partida. O Palmeiras logo respondeu, deixando a partida equilibrada e com chances ofensivas para ambos os lados.
Além dos desfalques que já dificultavam a escalação do Santos por Luxemburgo, o time ainda perdeu mais dois jogadores no primeiro tempo por contusão. Fabão deu lugar a Astorga aos 16min de jogo. Depois, aos 30min, o lateral-direito George Lucas sentiu a coxa e teve que deixar o campo, sendo substituído por Luizinho.
Depois de um começo disputado e um hiato de produtividade, a primeira etapa teve seu final dominado pelo time visitante, que impôs seu ritmo e criou chances de gol, chegando repetidamente à área do Santos.
Na volta do intervalo, o panorama se inverteu. O Santos voltou muito mais ofensivo e foi o responsável por praticamente todas as jogadas ofensivas. Até que aos 10min Luizinho, que entrou por conta da lesão de George Lucas, subiu para o ataque, aproveitou cruzamento da esquerda e chutou de longe para abrir o placar.
A resposta do Palmeiras não demorou. Aos 14min, Muricy trocou Obina por Robert. Quatro minutos depois, saiu o empate, mas com Diego Souza. Figueroa levantou a bola na área do Santos e o meia-atacante subiu para escorar de cabeça e igualar o placar.
Na sequência, Luxemburgo decidiu ir para o ataque. Gastou sua última alteração promovendo a entrada do atacante Felipe Azevedo no lugar do volante Pará e, em uma falha de marcação, levou o gol da virada. Novamente após cruzamento de Figueroa, a bola sobrou para Diego Souza, desmarcado, que driblou e chutou cruzado. Robert apareceu sozinho para completar para o gol vazio, aos 27min.
Aos 31min, Vagner Love ampliou. Robert recebeu dentro da área, disputou e ganhou a jogada com defesa adversária. O atacante ainda chutou para o gol e o goleiro Felipe, do Santos, desviou. A bola sobrou para Love empurrar para as redes.
No final da partida, aos 41min, Maurício entrou de carrinho e derrubou Neymar, em falta fora da área. O árbitro Sálvio Spínola apitou pênalti. Depois, foi notificado por um de seus auxiliares e voltou atrás, marcando falta fora da área. O Santos alçou a bola na área, mas Marcos abafou.
domingo, 6 de setembro de 2009
Títulos e vaga antecipada fazem Brasil já lidar com favoritismo na Copa
FAVORITISMO VOLTA AO BRASIL
Eduardo Di Baia/AP

Campeão da Copa América, da Copa das Confederações e o primeiro sul-americano garantido na competição internacional...

Alejandro Pagni/AFP
...o time de Dunga assume sua boa condição, mas impõe limites para mostrar que aprendeu a lidar com favoritismo...

Alejandro Pagni/AFP
...em boa fase e respaldado por títulos, o técnico Dunga não mostrou preocupação com o favoritismo e a crescente expectativa
Alexandre Sinato
Em Rosario (Argentina)
Poucos minutos depois de assegurar a vaga na Copa do Mundo de 2010, a seleção brasileira já começou a lidar com uma nova pressão: o favoritismo na África do Sul.
Eduardo Di Baia/AP
O próximo Mundial começará em menos de dez meses. Até lá, o Brasil precisará mostrar que aprendeu a lidar com o rótulo de favorito. O grande teste será justamente na Copa. Por isso, calma virou a palavra de ordem entre os jogadores.
"Vamos devagar, queremos evitar essa euforia. O Brasil vai chegar mais uma vez na Copa como um dos candidatos, mas vamos devagar. A melhor seleção do mundo só será conhecida em 2010, depois da Copa", argumentou Kaká, um dos destaques do time.
Para ele, o segredo para amenizar os efeitos do favoritismo é justamente ignorá-lo. "Precisamos aprender a viver com uma situação como essa. Não podemos deixar o favoritismo se tornar uma coisa negativa como era antes. Seremos um dos favoritos à Copa, mas devemos saber lidar com isso."
O discurso de Luís Fabiano parecia estar ensaiado com o de Kaká. O camisa 9 não fugiu do rótulo de forte candidato ao título na África do Sul, mas fez uma ressalva: ainda é cedo para falar no Brasil como o melhor time do mundo.
"Para ser a melhor seleção do mundo é preciso ganhar a Copa. O Brasil com certeza é respeitado por todos e sempre entra como favorito, mas só podemos carimbar esse número 1 se ganharmos o Mundial", opinou o camisa 9.
Em boa fase e respaldado por títulos e bons resultados, Dunga não mostrou preocupação com o favoritismo e a crescente expectativa. Preferiu apostar suas fichas no grupo que ele formou há pouco mais de três anos e, segundo ele, aprendeu a se portar.
"Sabemos que agora teremos novas cobranças, mas essa equipe está muito madura. Os jogadores sabem o que querem, temos um sentimento muito bom no grupo. Não preciso me preocupar muito, eles próprios se chamam para conversar, sempre há uma troca muito boa entre comissão técnica e jogadores", sustentou o treinador.
Eduardo Di Baia/AP

Campeão da Copa América, da Copa das Confederações e o primeiro sul-americano garantido na competição internacional...

Alejandro Pagni/AFP
...o time de Dunga assume sua boa condição, mas impõe limites para mostrar que aprendeu a lidar com favoritismo...

Alejandro Pagni/AFP
...em boa fase e respaldado por títulos, o técnico Dunga não mostrou preocupação com o favoritismo e a crescente expectativa
Alexandre Sinato
Em Rosario (Argentina)
Poucos minutos depois de assegurar a vaga na Copa do Mundo de 2010, a seleção brasileira já começou a lidar com uma nova pressão: o favoritismo na África do Sul.
Eduardo Di Baia/AP
O próximo Mundial começará em menos de dez meses. Até lá, o Brasil precisará mostrar que aprendeu a lidar com o rótulo de favorito. O grande teste será justamente na Copa. Por isso, calma virou a palavra de ordem entre os jogadores.
"Vamos devagar, queremos evitar essa euforia. O Brasil vai chegar mais uma vez na Copa como um dos candidatos, mas vamos devagar. A melhor seleção do mundo só será conhecida em 2010, depois da Copa", argumentou Kaká, um dos destaques do time.
Para ele, o segredo para amenizar os efeitos do favoritismo é justamente ignorá-lo. "Precisamos aprender a viver com uma situação como essa. Não podemos deixar o favoritismo se tornar uma coisa negativa como era antes. Seremos um dos favoritos à Copa, mas devemos saber lidar com isso."
O discurso de Luís Fabiano parecia estar ensaiado com o de Kaká. O camisa 9 não fugiu do rótulo de forte candidato ao título na África do Sul, mas fez uma ressalva: ainda é cedo para falar no Brasil como o melhor time do mundo.
"Para ser a melhor seleção do mundo é preciso ganhar a Copa. O Brasil com certeza é respeitado por todos e sempre entra como favorito, mas só podemos carimbar esse número 1 se ganharmos o Mundial", opinou o camisa 9.
Em boa fase e respaldado por títulos e bons resultados, Dunga não mostrou preocupação com o favoritismo e a crescente expectativa. Preferiu apostar suas fichas no grupo que ele formou há pouco mais de três anos e, segundo ele, aprendeu a se portar.
"Sabemos que agora teremos novas cobranças, mas essa equipe está muito madura. Os jogadores sabem o que querem, temos um sentimento muito bom no grupo. Não preciso me preocupar muito, eles próprios se chamam para conversar, sempre há uma troca muito boa entre comissão técnica e jogadores", sustentou o treinador.
sábado, 5 de setembro de 2009
Dunga reencontra Argentina e tenta manter tabu contra a rival
da Folha Online
A seleção brasileira do técnico Dunga enfrenta a Argentina, neste sábado, às 21h30, em Rosário, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, e tenta manter o tabu de jamais ter perdido para a rival em jogos oficiais desde que o treinador assumiu a equipe, após o Mundial de 2006.
Quando iniciou sua trajetória, Dunga foi contestado por nunca ter dirigido uma equipe antes. Em um de seus primeiros testes com a seleção, o treinador saiu vitorioso de amistoso com a Argentina, em Londres, por 3 a 0. Em sua primeira competição oficial, a Copa América, o capitão do tetracampeonato mundial venceu justamente a Argentina na final, novamente por 3 a 0, e ficou com o título.
Depois disso, as duas seleções se enfrentaram pelo primeiro turno das eliminatórias e ficaram em um empate sem gols no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.
Dunga tem, no entanto, um tropeço contra a Argentina, mas isso não aconteceu com a seleção principal. Nos Jogos de Pequim-2008, comandando a seleção olímpica, perdeu por 3 a 0 para a Argentina na semifinal.
Agora, reencontra o rival de decisões para decidir o futuro das duas equipes nas Eliminatórias. Caso vença a partida de hoje, Dunga pode conquistar a classificação antecipada para a Copa da África do Sul.
Na 15ª de 18 rodadas das Eliminatórias, o Brasil soma 27 pontos, seguido por Chile (26), Paraguai (24) e Argentina (22). Se vencer, o time nacional precisa torcer para uma derrota do Equador (quinto colocado, com 20) contra a Colômbia para obter a classificação antecipada.
Ataque e defesa superiores
A seleção de Dunga tem o melhor ataque e a defesa mais segura da competição. Já a Argentina ostenta apenas a quinta colocação na artilharia, ao lado da modestíssima Bolívia, e a sexta retaguarda mais vazada, sendo superada, entre outros, por Chile e Colômbia.
Dessa forma, nunca nas eliminatórias sob as atuais regras, em que todos jogam contra todos na América do Sul, a diferença no saldo de gols entre brasileiros e argentinos foi tão grande.
A seleção brasileira marcou 25 gols e sofreu apenas seis, com saldo de 19 gols; a Argentina marcou 19, mas sofreu 15, ficando com apenas quatro de saldo.
ARGENTINA
Andújar; Zanetti, Sebá, Otamendi e Heinze; Mascherano, Verón, Maxi Rodríguez e Dátolo; Carlitos Tevez e Messi.
Técnico: Diego Maradona
BRASIL
Júlio César; Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Técnico: Dunga
Local: estádio Gigante de Arroyto, em Rosario
Horário: 21h30 (de Brasília)
Juiz: Óscar Ruiz (COL)
Com Folha de S.Paulo
A seleção brasileira do técnico Dunga enfrenta a Argentina, neste sábado, às 21h30, em Rosário, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, e tenta manter o tabu de jamais ter perdido para a rival em jogos oficiais desde que o treinador assumiu a equipe, após o Mundial de 2006.
Quando iniciou sua trajetória, Dunga foi contestado por nunca ter dirigido uma equipe antes. Em um de seus primeiros testes com a seleção, o treinador saiu vitorioso de amistoso com a Argentina, em Londres, por 3 a 0. Em sua primeira competição oficial, a Copa América, o capitão do tetracampeonato mundial venceu justamente a Argentina na final, novamente por 3 a 0, e ficou com o título.
Depois disso, as duas seleções se enfrentaram pelo primeiro turno das eliminatórias e ficaram em um empate sem gols no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.
Dunga tem, no entanto, um tropeço contra a Argentina, mas isso não aconteceu com a seleção principal. Nos Jogos de Pequim-2008, comandando a seleção olímpica, perdeu por 3 a 0 para a Argentina na semifinal.
Agora, reencontra o rival de decisões para decidir o futuro das duas equipes nas Eliminatórias. Caso vença a partida de hoje, Dunga pode conquistar a classificação antecipada para a Copa da África do Sul.
Na 15ª de 18 rodadas das Eliminatórias, o Brasil soma 27 pontos, seguido por Chile (26), Paraguai (24) e Argentina (22). Se vencer, o time nacional precisa torcer para uma derrota do Equador (quinto colocado, com 20) contra a Colômbia para obter a classificação antecipada.
Ataque e defesa superiores
A seleção de Dunga tem o melhor ataque e a defesa mais segura da competição. Já a Argentina ostenta apenas a quinta colocação na artilharia, ao lado da modestíssima Bolívia, e a sexta retaguarda mais vazada, sendo superada, entre outros, por Chile e Colômbia.
Dessa forma, nunca nas eliminatórias sob as atuais regras, em que todos jogam contra todos na América do Sul, a diferença no saldo de gols entre brasileiros e argentinos foi tão grande.
A seleção brasileira marcou 25 gols e sofreu apenas seis, com saldo de 19 gols; a Argentina marcou 19, mas sofreu 15, ficando com apenas quatro de saldo.
ARGENTINA
Andújar; Zanetti, Sebá, Otamendi e Heinze; Mascherano, Verón, Maxi Rodríguez e Dátolo; Carlitos Tevez e Messi.
Técnico: Diego Maradona
BRASIL
Júlio César; Maicon, Lúcio, Luisão e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Técnico: Dunga
Local: estádio Gigante de Arroyto, em Rosario
Horário: 21h30 (de Brasília)
Juiz: Óscar Ruiz (COL)
Com Folha de S.Paulo
segunda-feira, 20 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Lula presenteia Obama com camisa da seleção

Em L'Aquila (Itália)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva presenteou hoje o chefe de Estado americano, Barack Obama, com uma camisa da seleção brasileira de futebol pouco antes de uma reunião bilateral na cidade italiana de L'Aquila.
* AFP
Lula presenteou Obama com uma camisa da seleção brasileira de futebol autografada pelos jogadores brasileiros e com o número 5 nas costas
Obama sorriu ao receber a camisa, que tinha autógrafos dos jogadores brasileiros e o número 5 nas costas. A reunião entre os dois líderes ocorre à margem da Cúpula do Grupo dos Oito (G8, os sete países mais industrializados do mundo e a Rússia), que acontece também em L'Aquila.
"Olha isso. Maravilhoso", disse Obama enquanto mostrava a camisa aos fotógrafos.
Nenhum dos dois presidentes fez mais declarações à imprensa antes de começar a reunião, que foi marcada na noite passada.
Obama e Lula, que já se reuniram em Washington em março passado, se cumprimentaram com um efusivo aperto de mãos.
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Quem sou eu
- Blog do Paim
- Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.