EDUARDO ARRUDA
SÉRGIO RANGEL
ENVIADOS A JOHANNESBURGO
Com a CBF sem opção no mercado, Luiz Felipe Scolari é o favorito para suceder Dunga. Mas o técnico contrariou o presidente Ricardo Teixeira nos últimos dias.
Na África, Teixeira reclamou com conselheiros do Palmeiras da precipitação do treinador em assinar contrato por dois anos com o clube.
O dirigente da CBF já avisou que quer exclusividade do técnico campeão mundial em 2002 a partir de agosto.
Lula usa sindicato como exemplo e pede renovação na CBF
Larissa Riquelme cumpre promessa e tira a roupa para jornal
Enquete: Quem deve ser o próximo técnico da seleção?
Supercalendário da Copa
Confira a tabela do mata-mata
Fora o acordo com o Palmeiras, o dirigente mostrou certa mágoa com o treinador. Ele contou que foi esnobado duas vezes por Scolari e adiantou que não quer ouvir outro não do técnico.
Por isso, Teixeira só vai formalizar a proposta se ouvir declarações públicas de Scolari, nas quais ele diga querer trabalhar na seleção. Até agora, isso não ocorreu.
Palmeiras volta atrás e já admite dividir Scolari com a seleção
Na África, CBF levanta a ficha de Mano Menezes
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O presidente da CBF ainda não digeriu as duas recusas de Scolari. A primeira foi depois de a seleção conquistar a Copa de 2002, quando a confederação quis renovar o seu contrato, mas o treinador preferiu comandar Portugal.
A outra resposta negativa do técnico que desagradou a Teixeira foi dada depois da eliminação do Brasil no Mundial de 2006. Por telefone, Teixeira o convidou para suceder Carlos Alberto Parreira. Scolari disse não.
Posteriormente, Dunga, sem experiência alguma na prancheta, foi escolhido.
Além das recusas prévias e do acordo com o Palmeiras, o salário de Scolari também o afasta da seleção nacional.
Teixeira já descartou a possibilidade de empatar o salário pago pelo Palmeiras (cerca de R$ 700 mil mensais). Dunga recebia aproximadamente R$ 350 mil/mês.
O dirigente quer acertar até o final do mês a contratação do novo técnico porque, em agosto, a seleção já vai ter um amistoso contra os EUA, em Nova Jersey
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
Alemanha faz 4, humilha Argentina e elimina Maradona (Danuza Peixoto)
Klose marcou seu 14º gol na história das Copas; com mais um, igualará recordista Ronaldo
Fábio de Mello Castanho
Tarian Chaud
Direto da Cidade do Cabo
Assim como aconteceu em 2006, a Alemanha eliminou a Argentina nas quartas de final da Copa do Mundo. Desta vez, no entanto, os alemães não precisaram dos pênaltis. Com uma arrasadora vitória por 4 a 0, neste sábado, no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, a equipe europeia arrancou gritos de "olé" dos torcedores, despachou o time de Maradona e garantiu vaga nas semifinais pela terceira vez seguida em Mundiais.
Os gols da classificação foram marcados por Müller, Klose (dois) e Friedrich. Em vantagem desde os 3min de jogo, a jovem equipe da Alemanha demonstrou muita tranquilidade durante toda a partida e ainda criou boas chances para aumentar a diferença.
Travado pela defesa alemã, o poderoso ataque da Argentina pouco conseguiu criar. Vigiado de perto pelos adversários, Messi não repetiu as boas atuações das partidas anteriores. Apesar de pressionar em alguns momentos - e do apoio incondicional dos fanáticos torcedores - o time argentino pecou nas finalizações e não foi capaz de reverter o placar.
Na semifinal, a Alemanha encara o vencedor do duelo entre Paraguai e Espanha, que acontece neste sábado, às 15h30 (de Brasília), em Johannesburgo. Do outro lado da chave, Holanda e Uruguai disputam um lugar na decisão.
O jogo
Satisfeitos com o desempenho apresentado nas oitavas de final contra México e Inglaterra, os técnicos Diego Maradona e Joachim Löw não mexeram em seus 11 titulares para o confronto deste sábado.
O primeiro até especulou sacar o criticado Di María para colocar Verón, dando mais segurança ao meio-campo, mas recuou; na zaga, mesmo recuperado de lesão, Samuel seguiu no banco de reservas, enquanto Burdisso e Demichelis formaram a zaga. Assim, ele repetiu uma escalação pela primeira vez na Copa do Mundo.
Já Löw não tinha motivos para mudar e manteve a equipe que vem sendo titular desde a vitória por 1 a 0 sobre Gana - nesse encontro, o lateral esquerdo Boateng ganhou a vaga de Badstuber e não perdeu mais. Poupados em um treino durante a semana, Özil e Podolski foram confirmados.
Em uma blitz, a Alemanha conseguiu abrir o placar já aos 3min. Após cometer uma falta próximo ao bico da grande área no lado direito de sua defesa, Otamendi não subiu na hora do levantamento de Schweinsteiger e deixou Muller livre. O alemão desviou levemente de cabeça e contou com a falha do goleiro Romero, mal posicionado, que viu a bola tocar em seu braço antes de entrar.
Este foi o gol mais rápido do Mundial e deixou o meia do Bayern de Munique na artilharia da competição ao lado do holandês Sneijder, do espanhol Villa, do argentino Higuaín e do eslovaco Vittek, todos com quatro tentos.
Anulado no início da partida, Messi só conseguiu fazer sua primeira boa jogada aos 22min. O lance também foi a primeira grande oportunidade da Argentina, que contou com um passe do astro para Tevez. Já dentro da área, o atacante do Manchester City, porém, viu o goleiro Neuer se antecipar e deixar as traves para ficar com a bola.
Dois minutos depois, a Alemanha poderia ter complicado ainda mais a situação dos comandados de Maradona. Em uma tarde inspirada, Müller avançou pela direita e serviu Klose; apesar da liberdade encontrada perto da marca do pênalti, o centroavante não finalizou bem e tocou por sobre o gol.
Messi apareceu de novo aos 28min, superando a marcação de Boateng e chegando à linha de fundo pela direita; na hora do cruzamento, porém, o pé do meia-atacante não estava calibrado. Passados dois minutos, o atleta do Barcelona teve mais uma oportunidade, desta vez em uma cobrança de falta, mas o chute saiu sem direção.
Melhorando em campo, a Argentina voltou a assustar aos 32min, quando Tevez puxou um contra-ataque rápido e deu uma assistência a Di María; o meia, que àquela altura da partida havia mudado seu posicionamento e estava pela direita do campo, invadiu a área e só falhou na finalização: fraca, não dificultou a defesa do bem colocado Neuer.
O goleiro trabalhou novamente dois minutos depois. Desta vez, ele foi obrigado a cair para agarrar a bola após o chute de Higuaín, que havia sido assistido por Otamendi. Mais dois minutos se passaram e Messi arriscou novamente, aproveitando infração cometida por Müller - o atleta tocou a mão na bola na entrada da área e, de uma forma bastante rigorosa, recebeu cartão amarelo, ficando suspenso para uma eventual semifinal.
Depois da irritação do alemão, Messi cobrou a falta na barreira, mas no rebote um lindo passe de Heinze encontrou Tevez livre na área; o atacante, em impedimento, passou para Higuaín balançar as redes já sem goleiro. Apesar das reclamações dos sul-americanos, o assistente ergueu corretamente a bandeirinha.
Aos 39min, a Alemanha enfim respondeu, em um contra-ataque que sobrou para Podolski soltar uma bomba da intermediária, assustando Romero. O goleiro ficou atento também dois minutos depois, porém Özil finalizou mal, muito por cima das traves, quando estava perto da meia-lua.
Na volta do intervalo, Maradona apostou nos mesmos jogadores e manteve Di María aberto no meio-campo pela direita, com Maxi Rodríguez na esquerda. A nova contratação do Real Madrid quase recompensou o técnico aos 3min do segundo tempo, encaixando um chute forte da intermediária que passou raspando à trave direita de Neuer.
A Alemanha tentou ameaçar pela primeira vez o gol argentino na segunda etapa aos 10min. A cobrança de falta forte de Podolski, no entanto, parou na barreira. Dois minutos depois, o mesmo atleta avançou em contra-ataque pela esquerda e cruzou para Klose; antes do centroavante, Romero deixou o gol e fez a defesa.
Partindo ao ataque, a Argentina cedia muitos espaços na defesa e os europeus encaixaram um novo contragolpe na sequência. Em velocidade, Lahm invadiu a área e cruzou, vendo a bola parar nas mãos do goleiro.
Com o jogo bastante aberto, a seleção alviceleste criou uma nova oportunidade aos 17min, com o chute à longa distância de Tevez sendo agarrado por Neuer. O goleiro parou um novo ataque no lance seguinte, frustrando um arremate fraco de Higuaín, desta vez de dentro da área.
"Donos" da bola a partir da metade do primeiro tempo, os argentinos chegaram a 55% de posse de bola e ameaçaram novamente, agora com Di María, que novamente correu pela direita e cortou para o meio antes de chutar com a perna esquerda. O goleiro alemão defendeu com tranquilidade.
Como vem sendo comum no Mundial, porém, dominar a bola não é sinônimo de vitória. Sempre rápida ao atacar, a Alemanha ampliou o marcador aos 23min. Avançando pela esquerda, Khedira tocou para Müller, que mesmo caído e de costas para o gol, conseguiu encontrar um toque para Podolski. Aproveitando a falha na marcação de Otamendi, o atacante invadiu a área e serviu para Klose, livre na pequena área, balançar as redes.
Imeditamente Maradona procurou agir. Tirou Otamendi, que já havia falhado no primeiro gol, para a entrada do meia Pastore. A substituição, entretanto, desequilibrou ainda mais o time, que sofreu de novo pelo lado direito de sua defesa.
Aos 29min, Schweinsteiger fez fila, passando pelas frágeis marcações de Pastore e Higuaín, invadindo a área até tocar para trás, encontrando Friedrich tranquilo para empurrar a bola às redes.
Totalmente desorganizada, a Argentina cedeu mais um gol aos 44min. Sempre pelo lado esquerdo de seu ataque, Podolski avançou com liberdade até o cruzamento para Klose, que marcou pela 14ª vez na história das Copas do Mundo. Com mais um, o atacante igualará o recordista Ronaldo. Na África do Sul, o jogador do Bayern de Munique já se igualou aos artilheiros, também com um total de quatro gols.
FICHA TÉCNICA
Argentina 0 x 4 Alemanha
Gols
Alemanha: Müller, aos 3min do primeiro tempo; Klose, aos 23min do segundo tempo; Friedrich, aos 29min do segundo tempo; e Klose, aos 44min do segundo tempo
Ponto Forte da Argentina
Lionel Messi, jogador mais perigoso da equipe que, apesar dos sete chutes contra as traves defendidas por Neuer, deixou o Mundial sem marcar gols
Ponto Forte da Alemanha
Contra-ataque rápido, novamente decisivo para construir uma goleada na Copa do Mundo
Ponto Fraco da Argentina
Lado direito da defesa, por onde saíram todos os quatro gols alemães
Ponto Fraco da Alemanha
Recuou demais a equipe no início do segundo tempo, quando permitiu o domínio da posse de bola à Argentina, que chegou a ficar perto do empate
Personagem do jogo
Thomas Müller, que marcou seu quarto gol na Copa do Mundo e, mesmo caído, conseguiu lindo passe decisivo para o tento de Klose. Porém, o meia levou um cartão amarelo e não poderá jogar a semifinal, contra Espanha ou Paraguai
Esquema Tático da Argentina
4-1-3-2
Romero; Otamendi (Pastore), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano; Maxi Rodríguez, Messi e Di María (Agüero); Tevez e Higuaín. Técnico: Diego Maradona
Esquema Tático da Alemanha
4-2-3-1
Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng (Jansen); Khedira e Schweinsteiger; Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Klose.Técnico: Joachim Löw
Cartões amarelos
Argentina: Otamendi e Mascherano
Alemanha: Müller
Árbitro
Ravshan Irmatov (Uzbequistão)
Local
Estádio Green Point, na Cidade do Cabo
Fábio de Mello Castanho
Tarian Chaud
Direto da Cidade do Cabo
Assim como aconteceu em 2006, a Alemanha eliminou a Argentina nas quartas de final da Copa do Mundo. Desta vez, no entanto, os alemães não precisaram dos pênaltis. Com uma arrasadora vitória por 4 a 0, neste sábado, no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, a equipe europeia arrancou gritos de "olé" dos torcedores, despachou o time de Maradona e garantiu vaga nas semifinais pela terceira vez seguida em Mundiais.
Os gols da classificação foram marcados por Müller, Klose (dois) e Friedrich. Em vantagem desde os 3min de jogo, a jovem equipe da Alemanha demonstrou muita tranquilidade durante toda a partida e ainda criou boas chances para aumentar a diferença.
Travado pela defesa alemã, o poderoso ataque da Argentina pouco conseguiu criar. Vigiado de perto pelos adversários, Messi não repetiu as boas atuações das partidas anteriores. Apesar de pressionar em alguns momentos - e do apoio incondicional dos fanáticos torcedores - o time argentino pecou nas finalizações e não foi capaz de reverter o placar.
Na semifinal, a Alemanha encara o vencedor do duelo entre Paraguai e Espanha, que acontece neste sábado, às 15h30 (de Brasília), em Johannesburgo. Do outro lado da chave, Holanda e Uruguai disputam um lugar na decisão.
O jogo
Satisfeitos com o desempenho apresentado nas oitavas de final contra México e Inglaterra, os técnicos Diego Maradona e Joachim Löw não mexeram em seus 11 titulares para o confronto deste sábado.
O primeiro até especulou sacar o criticado Di María para colocar Verón, dando mais segurança ao meio-campo, mas recuou; na zaga, mesmo recuperado de lesão, Samuel seguiu no banco de reservas, enquanto Burdisso e Demichelis formaram a zaga. Assim, ele repetiu uma escalação pela primeira vez na Copa do Mundo.
Já Löw não tinha motivos para mudar e manteve a equipe que vem sendo titular desde a vitória por 1 a 0 sobre Gana - nesse encontro, o lateral esquerdo Boateng ganhou a vaga de Badstuber e não perdeu mais. Poupados em um treino durante a semana, Özil e Podolski foram confirmados.
Em uma blitz, a Alemanha conseguiu abrir o placar já aos 3min. Após cometer uma falta próximo ao bico da grande área no lado direito de sua defesa, Otamendi não subiu na hora do levantamento de Schweinsteiger e deixou Muller livre. O alemão desviou levemente de cabeça e contou com a falha do goleiro Romero, mal posicionado, que viu a bola tocar em seu braço antes de entrar.
Este foi o gol mais rápido do Mundial e deixou o meia do Bayern de Munique na artilharia da competição ao lado do holandês Sneijder, do espanhol Villa, do argentino Higuaín e do eslovaco Vittek, todos com quatro tentos.
Anulado no início da partida, Messi só conseguiu fazer sua primeira boa jogada aos 22min. O lance também foi a primeira grande oportunidade da Argentina, que contou com um passe do astro para Tevez. Já dentro da área, o atacante do Manchester City, porém, viu o goleiro Neuer se antecipar e deixar as traves para ficar com a bola.
Dois minutos depois, a Alemanha poderia ter complicado ainda mais a situação dos comandados de Maradona. Em uma tarde inspirada, Müller avançou pela direita e serviu Klose; apesar da liberdade encontrada perto da marca do pênalti, o centroavante não finalizou bem e tocou por sobre o gol.
Messi apareceu de novo aos 28min, superando a marcação de Boateng e chegando à linha de fundo pela direita; na hora do cruzamento, porém, o pé do meia-atacante não estava calibrado. Passados dois minutos, o atleta do Barcelona teve mais uma oportunidade, desta vez em uma cobrança de falta, mas o chute saiu sem direção.
Melhorando em campo, a Argentina voltou a assustar aos 32min, quando Tevez puxou um contra-ataque rápido e deu uma assistência a Di María; o meia, que àquela altura da partida havia mudado seu posicionamento e estava pela direita do campo, invadiu a área e só falhou na finalização: fraca, não dificultou a defesa do bem colocado Neuer.
O goleiro trabalhou novamente dois minutos depois. Desta vez, ele foi obrigado a cair para agarrar a bola após o chute de Higuaín, que havia sido assistido por Otamendi. Mais dois minutos se passaram e Messi arriscou novamente, aproveitando infração cometida por Müller - o atleta tocou a mão na bola na entrada da área e, de uma forma bastante rigorosa, recebeu cartão amarelo, ficando suspenso para uma eventual semifinal.
Depois da irritação do alemão, Messi cobrou a falta na barreira, mas no rebote um lindo passe de Heinze encontrou Tevez livre na área; o atacante, em impedimento, passou para Higuaín balançar as redes já sem goleiro. Apesar das reclamações dos sul-americanos, o assistente ergueu corretamente a bandeirinha.
Aos 39min, a Alemanha enfim respondeu, em um contra-ataque que sobrou para Podolski soltar uma bomba da intermediária, assustando Romero. O goleiro ficou atento também dois minutos depois, porém Özil finalizou mal, muito por cima das traves, quando estava perto da meia-lua.
Na volta do intervalo, Maradona apostou nos mesmos jogadores e manteve Di María aberto no meio-campo pela direita, com Maxi Rodríguez na esquerda. A nova contratação do Real Madrid quase recompensou o técnico aos 3min do segundo tempo, encaixando um chute forte da intermediária que passou raspando à trave direita de Neuer.
A Alemanha tentou ameaçar pela primeira vez o gol argentino na segunda etapa aos 10min. A cobrança de falta forte de Podolski, no entanto, parou na barreira. Dois minutos depois, o mesmo atleta avançou em contra-ataque pela esquerda e cruzou para Klose; antes do centroavante, Romero deixou o gol e fez a defesa.
Partindo ao ataque, a Argentina cedia muitos espaços na defesa e os europeus encaixaram um novo contragolpe na sequência. Em velocidade, Lahm invadiu a área e cruzou, vendo a bola parar nas mãos do goleiro.
Com o jogo bastante aberto, a seleção alviceleste criou uma nova oportunidade aos 17min, com o chute à longa distância de Tevez sendo agarrado por Neuer. O goleiro parou um novo ataque no lance seguinte, frustrando um arremate fraco de Higuaín, desta vez de dentro da área.
"Donos" da bola a partir da metade do primeiro tempo, os argentinos chegaram a 55% de posse de bola e ameaçaram novamente, agora com Di María, que novamente correu pela direita e cortou para o meio antes de chutar com a perna esquerda. O goleiro alemão defendeu com tranquilidade.
Como vem sendo comum no Mundial, porém, dominar a bola não é sinônimo de vitória. Sempre rápida ao atacar, a Alemanha ampliou o marcador aos 23min. Avançando pela esquerda, Khedira tocou para Müller, que mesmo caído e de costas para o gol, conseguiu encontrar um toque para Podolski. Aproveitando a falha na marcação de Otamendi, o atacante invadiu a área e serviu para Klose, livre na pequena área, balançar as redes.
Imeditamente Maradona procurou agir. Tirou Otamendi, que já havia falhado no primeiro gol, para a entrada do meia Pastore. A substituição, entretanto, desequilibrou ainda mais o time, que sofreu de novo pelo lado direito de sua defesa.
Aos 29min, Schweinsteiger fez fila, passando pelas frágeis marcações de Pastore e Higuaín, invadindo a área até tocar para trás, encontrando Friedrich tranquilo para empurrar a bola às redes.
Totalmente desorganizada, a Argentina cedeu mais um gol aos 44min. Sempre pelo lado esquerdo de seu ataque, Podolski avançou com liberdade até o cruzamento para Klose, que marcou pela 14ª vez na história das Copas do Mundo. Com mais um, o atacante igualará o recordista Ronaldo. Na África do Sul, o jogador do Bayern de Munique já se igualou aos artilheiros, também com um total de quatro gols.
FICHA TÉCNICA
Argentina 0 x 4 Alemanha
Gols
Alemanha: Müller, aos 3min do primeiro tempo; Klose, aos 23min do segundo tempo; Friedrich, aos 29min do segundo tempo; e Klose, aos 44min do segundo tempo
Ponto Forte da Argentina
Lionel Messi, jogador mais perigoso da equipe que, apesar dos sete chutes contra as traves defendidas por Neuer, deixou o Mundial sem marcar gols
Ponto Forte da Alemanha
Contra-ataque rápido, novamente decisivo para construir uma goleada na Copa do Mundo
Ponto Fraco da Argentina
Lado direito da defesa, por onde saíram todos os quatro gols alemães
Ponto Fraco da Alemanha
Recuou demais a equipe no início do segundo tempo, quando permitiu o domínio da posse de bola à Argentina, que chegou a ficar perto do empate
Personagem do jogo
Thomas Müller, que marcou seu quarto gol na Copa do Mundo e, mesmo caído, conseguiu lindo passe decisivo para o tento de Klose. Porém, o meia levou um cartão amarelo e não poderá jogar a semifinal, contra Espanha ou Paraguai
Esquema Tático da Argentina
4-1-3-2
Romero; Otamendi (Pastore), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano; Maxi Rodríguez, Messi e Di María (Agüero); Tevez e Higuaín. Técnico: Diego Maradona
Esquema Tático da Alemanha
4-2-3-1
Neuer; Lahm, Mertesacker, Friedrich e Boateng (Jansen); Khedira e Schweinsteiger; Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Klose.Técnico: Joachim Löw
Cartões amarelos
Argentina: Otamendi e Mascherano
Alemanha: Müller
Árbitro
Ravshan Irmatov (Uzbequistão)
Local
Estádio Green Point, na Cidade do Cabo
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Kaká critica colunista da Folha e se diz perseguido por ser religioso (Danuza Peixoto)
DE SÃO PAULO
Kaká, principal nome da seleção, acrescentou mais um capítulo à polêmica entre a delegação brasileira e a imprensa: adotou a linha de Dunga e aproveitou para responder às críticas que recebeu de Juca Kfouri, colunista da Folha, na edição desta segunda-feira, após a vitória de 3 a 1 sobre a Costa do Marfim.
•Supercalendário da Copa
•Kaká analisa próximos adversários do Brasil na Copa
Ao ser questionado por André Kfouri, jornalista da emissora ESPN e filho do colunista, Kaká aproveitou para, ao terminar a resposta, responder as críticas que recebeu de Juca. Na coluna em questão, o jornalista disse que Kaká joga com dores e pode antecipar sua aposentadoria do futebol.
"Há algum tempo os canhões do seu pai [Juca Kfouri] são disparados contra mim. A artilharia dele está voltada contra mim. Eu queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que o problema dele comigo não é profissional, mas porque ele não aceita minha religião. Porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo. Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor de] Jesus Cristo, como alguém que professa a fé em Jesus Cristo. Não só a mim, mas a todos os milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo", disse Kaká, durante a entrevista coletiva.
na Folha, Juca escreveu:
"Kaká desmentirá, assim como o médico da seleção brasileira. Mas o fato é que ele está sofrendo para jogar esta Copa do Mundo e pode, como Guga, até encerrar sua bela trajetória no futebol muito mais rapidamente do que gostaria. O mesmo problema que o maior tenista brasileiro de todos os tempos enfrentou no quadril Kaká enfrenta no púbis, segundo confidências de médico para médico que chegaram ao conhecimento da coluna horas antes de o Brasil enfrentar a Costa do Marfim", falou Juca, em sua coluna de ontem na Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Kaká, principal nome da seleção, acrescentou mais um capítulo à polêmica entre a delegação brasileira e a imprensa: adotou a linha de Dunga e aproveitou para responder às críticas que recebeu de Juca Kfouri, colunista da Folha, na edição desta segunda-feira, após a vitória de 3 a 1 sobre a Costa do Marfim.
•Supercalendário da Copa
•Kaká analisa próximos adversários do Brasil na Copa
Ao ser questionado por André Kfouri, jornalista da emissora ESPN e filho do colunista, Kaká aproveitou para, ao terminar a resposta, responder as críticas que recebeu de Juca. Na coluna em questão, o jornalista disse que Kaká joga com dores e pode antecipar sua aposentadoria do futebol.
"Há algum tempo os canhões do seu pai [Juca Kfouri] são disparados contra mim. A artilharia dele está voltada contra mim. Eu queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que o problema dele comigo não é profissional, mas porque ele não aceita minha religião. Porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo. Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor de] Jesus Cristo, como alguém que professa a fé em Jesus Cristo. Não só a mim, mas a todos os milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo", disse Kaká, durante a entrevista coletiva.
na Folha, Juca escreveu:
"Kaká desmentirá, assim como o médico da seleção brasileira. Mas o fato é que ele está sofrendo para jogar esta Copa do Mundo e pode, como Guga, até encerrar sua bela trajetória no futebol muito mais rapidamente do que gostaria. O mesmo problema que o maior tenista brasileiro de todos os tempos enfrentou no quadril Kaká enfrenta no púbis, segundo confidências de médico para médico que chegaram ao conhecimento da coluna horas antes de o Brasil enfrentar a Costa do Marfim", falou Juca, em sua coluna de ontem na Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL).
sábado, 26 de junho de 2010
Com apenas 72h de intervalo, Brasil luta para recuperar 'baleados' (Danuza Peixoto)
Alexandre Sinato, Bruno Freitas e Mauricio Stycer
Em Durban (África do Sul)Pela primeira vez na Copa, a seleção terá apenas 72 horas de descanso entre uma partida e outra. É um intervalo normal, que os atletas estão habituados a enfrentar no universo de clubes, mas que pega o Brasil com cinco jogadores aos cuidados do departamento médico. Entre eles, Felipe Melo e Julio Batista preocupam especialmente o médico José Luís Runco.
AS PREOCUPAÇÕES NO MEIO DE CAMPO
Felipe Melo (e) preocupa para o jogo contra o Chile
Já Elano volta a equipe titular da seleção brasileira
NA FREI CANECA, BRASILEIROS QUEREM VER CRISTIANO
PELÉ ESPERA QUE BRASIL JOGUE MELHOR NAS OITAVAS
CONFIRA OS CONFRONTOS DAS OITAVAS DE FINAL
Com uma torção no tornozelo esquerdo, depois de levar um pisão de Pepe, Felipe Melo fez aplicação de gelo assim que deixou o campo, amparado. Segundo Runco, sua situação "preocupa". Neste caso, o curto intervalo entre o jogo com Portugal e a partida contra o Chile, pelas oitavas, deverá dificultar a recuperação do volante a tempo.
Julio Batista, que mancava um pouco depois do empate de sexta-feira contra Portugal, devido a uma torção no joelho esquerdo, também preocupa o médico brasileiro. O reserva de Kaká disse que seu joelho está "levemente inchado", mas não fez prognósticos sobre a recuperação.
Os casos que menos preocupam são de Julio Cesar, Robinho e Elano. O goleiro levou um pisão no segundo tempo da partida contra Portugal, foi longamente atendido no gramado, mas não reclamou de dores posteriormente. "Não foi nada grave", disse Runco.
O médico da seleção também manifestou pouca preocupação com o estado de Robinho, apesar da surpresa causada pela sua não escalação contra Portugal. Runco disse que o atacante foi "poupado", mas o técnico Dunga revelou que ele sentiu dores musculares.
Elano, por último, dá sinais que estará apto para as oitavas, depois de ter sido vetado para o jogo contra Portugal. O meia levou uma pancada tão violenta no tornozelo na partida com Costa do Marfim que chegou a pensar que teria quebrado a perna. O jogador treinou forte na manhã de sexta-feira e, segundo Runco, não deve ser problema.
"O Elano é seguro que joga, estou tranquilo", disse Dunga na entrevista coletiva após o empate sem gols com Portugal em Durban.
Em Durban (África do Sul)Pela primeira vez na Copa, a seleção terá apenas 72 horas de descanso entre uma partida e outra. É um intervalo normal, que os atletas estão habituados a enfrentar no universo de clubes, mas que pega o Brasil com cinco jogadores aos cuidados do departamento médico. Entre eles, Felipe Melo e Julio Batista preocupam especialmente o médico José Luís Runco.
AS PREOCUPAÇÕES NO MEIO DE CAMPO
Felipe Melo (e) preocupa para o jogo contra o Chile
Já Elano volta a equipe titular da seleção brasileira
NA FREI CANECA, BRASILEIROS QUEREM VER CRISTIANO
PELÉ ESPERA QUE BRASIL JOGUE MELHOR NAS OITAVAS
CONFIRA OS CONFRONTOS DAS OITAVAS DE FINAL
Com uma torção no tornozelo esquerdo, depois de levar um pisão de Pepe, Felipe Melo fez aplicação de gelo assim que deixou o campo, amparado. Segundo Runco, sua situação "preocupa". Neste caso, o curto intervalo entre o jogo com Portugal e a partida contra o Chile, pelas oitavas, deverá dificultar a recuperação do volante a tempo.
Julio Batista, que mancava um pouco depois do empate de sexta-feira contra Portugal, devido a uma torção no joelho esquerdo, também preocupa o médico brasileiro. O reserva de Kaká disse que seu joelho está "levemente inchado", mas não fez prognósticos sobre a recuperação.
Os casos que menos preocupam são de Julio Cesar, Robinho e Elano. O goleiro levou um pisão no segundo tempo da partida contra Portugal, foi longamente atendido no gramado, mas não reclamou de dores posteriormente. "Não foi nada grave", disse Runco.
O médico da seleção também manifestou pouca preocupação com o estado de Robinho, apesar da surpresa causada pela sua não escalação contra Portugal. Runco disse que o atacante foi "poupado", mas o técnico Dunga revelou que ele sentiu dores musculares.
Elano, por último, dá sinais que estará apto para as oitavas, depois de ter sido vetado para o jogo contra Portugal. O meia levou uma pancada tão violenta no tornozelo na partida com Costa do Marfim que chegou a pensar que teria quebrado a perna. O jogador treinou forte na manhã de sexta-feira e, segundo Runco, não deve ser problema.
"O Elano é seguro que joga, estou tranquilo", disse Dunga na entrevista coletiva após o empate sem gols com Portugal em Durban.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Austrália vence Sérvia em jogo emocionante na despedida da Copa (Danuza Peixoto)
A Sérvia tinha chances reais de classificação. A Austrália, remotas. Mas, depois de um primeiro tempo sonolento, as duas equipes acordaram. Os australianos chegaram a abrir 2 a 0 e ainda sonhavam com uma goleada para avançar às oitavas. Os sérvios reagiram, descontaram e precisavam de um empate para ir ao mata-mata. Os minutos finais foram emocionantes: Sérvia no ataque, Austrália no contragolpe. Com a vitória australiana, os times se despedem da Copa ainda na 1ª fase. Pelo menos, com emoção.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Alemanha e Inglaterra definem ida às oitavas nesta quarta-feira
Inglaterra e Alemanha são duas das oitos nações que definem nesta terça-feira a passagem para a próxima fase da Copa do Mundo 2010.
O time inglês enfrenta a Eslovênia em Porto Elizabeth às 16 horas (horário local, 11h de Brasília) ao mesmo tempo em que os Estados Unidos jogam com a Argélia.
A Eslovênia lidera o grupo C com quatro pontos, Estados Unidos e Inglaterra têm dois e a Argélia, um ponto.
A má campanha da seleção inglesa, considerada uma das favoritas ao título antes do início do Mundial, tem alimentado rumores de que o grupo estaria rachado e descontente com os métodos do técnico Fabio Capello e com sua formação tática, um 4-4-2 sem variáveis.
Os jogadores ingleses vêm negando estes rumores.
"Apoiamos totalmente (Capello) e temos seu apoio também", disse o ex-capitão inglês John Terry, zagueiro da seleção.
Especula-se que o treinador possa escalar o meia Joe Cole, colocando o meia Gerrard para formar um dupla de ataque com Wayne Rooney.
Para passar às oitavas-de-final, a Inglaterra precisa ter um desempenho melhor que o dos Estados Unidos, já que as duas equipes empatam em pontos, saldo de gols, confrontos diretos e gols marcados.
O time americano enfrenta a Argélia, que, com um ponto, ainda tem chances de classificação, mesmo sem ter marcado gols no torneio.
Grupo D Pelo grupo D, a Alemanha joga contra Gana em Johanesburgo e a Sérvia enfrenta a Austrália em Nelspruit. Ambas as partidas acontecem às 20h30 (horário local, 15h30 de Brasília).
Gana, que tem quatro pontos, se classifica com um empate, e a Alemanha, com três, precisa vencer para não depender de resultados de outros jogos.
A equipe alemã não contará com o atacante Miroslav Klose, expulso na última partida. Ele deve ser substituído pelo brasileiro naturalizado alemão Cacau.
Mesmo assim, o técnico Joachim Loew se disse otimista e ressaltou que seus jogadores não mostram sinais de se sentirem pressionados.
Apesar de liderar o grupo, Gana marcou os dois gols de sua campanha até agora por meio de pênaltis.
Como a Alemanha, a Sérvia também tem três pontos. Com vários jogadores já com cartões amarelos, é possível que o técnico Radomir Antic mude bastante o time.
A Austrália, com um ponto, terá a volta de seu meia ofensivo Tim Cahill, após cumprir suspensão. Nesta terça-feira, o capitão Lucas Neill rejeitou acusações da imprensa de que o time vem reclamando demais da arbitragem, após a expulsão de dois de seus jogadores.
O time inglês enfrenta a Eslovênia em Porto Elizabeth às 16 horas (horário local, 11h de Brasília) ao mesmo tempo em que os Estados Unidos jogam com a Argélia.
A Eslovênia lidera o grupo C com quatro pontos, Estados Unidos e Inglaterra têm dois e a Argélia, um ponto.
A má campanha da seleção inglesa, considerada uma das favoritas ao título antes do início do Mundial, tem alimentado rumores de que o grupo estaria rachado e descontente com os métodos do técnico Fabio Capello e com sua formação tática, um 4-4-2 sem variáveis.
Os jogadores ingleses vêm negando estes rumores.
"Apoiamos totalmente (Capello) e temos seu apoio também", disse o ex-capitão inglês John Terry, zagueiro da seleção.
Especula-se que o treinador possa escalar o meia Joe Cole, colocando o meia Gerrard para formar um dupla de ataque com Wayne Rooney.
Para passar às oitavas-de-final, a Inglaterra precisa ter um desempenho melhor que o dos Estados Unidos, já que as duas equipes empatam em pontos, saldo de gols, confrontos diretos e gols marcados.
O time americano enfrenta a Argélia, que, com um ponto, ainda tem chances de classificação, mesmo sem ter marcado gols no torneio.
Grupo D Pelo grupo D, a Alemanha joga contra Gana em Johanesburgo e a Sérvia enfrenta a Austrália em Nelspruit. Ambas as partidas acontecem às 20h30 (horário local, 15h30 de Brasília).
Gana, que tem quatro pontos, se classifica com um empate, e a Alemanha, com três, precisa vencer para não depender de resultados de outros jogos.
A equipe alemã não contará com o atacante Miroslav Klose, expulso na última partida. Ele deve ser substituído pelo brasileiro naturalizado alemão Cacau.
Mesmo assim, o técnico Joachim Loew se disse otimista e ressaltou que seus jogadores não mostram sinais de se sentirem pressionados.
Apesar de liderar o grupo, Gana marcou os dois gols de sua campanha até agora por meio de pênaltis.
Como a Alemanha, a Sérvia também tem três pontos. Com vários jogadores já com cartões amarelos, é possível que o técnico Radomir Antic mude bastante o time.
A Austrália, com um ponto, terá a volta de seu meia ofensivo Tim Cahill, após cumprir suspensão. Nesta terça-feira, o capitão Lucas Neill rejeitou acusações da imprensa de que o time vem reclamando demais da arbitragem, após a expulsão de dois de seus jogadores.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Seleção viaja para enfrentar Portugal na quarta-feira (Danuza Peixoto)
Seleção viaja para enfrentar Portugal na quarta-feira
Notícia
Direto de Johannesburgo
A Seleção Brasileira chegará a Durban, palco de seu terceiro compromisso na Copa do Mundo de 2010, contra Portugal, nesta quarta-feira. Assim, a equipe comandada por Dunga terá dois dias para se aclimatar antes da partida, que acontecerá às 11h (de Brasília) da próxima sexta.
Na quarta, a Seleção decola no Aeroporto Lanseria, em Johannesburgo, às 15h30. O voo para Durban é rápido e na programação divulgada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) já consta um lanche na cidade, no Hotel Umhlanga Ridge, apenas duas horas depois.
Antes, ainda em Johannesburgo, dois jogadores concedem entrevista às 7h45 e Dunga organiza um treino às 11h30, na Universidade Saint Sthithians. Essa rotina se repete na terça, quando os trabalhos serão organizados na St Stithians, local que substitui o colégio Hoerskool Randburg, abandonado provisoriamente devido às más condições do gramado.
Já em Durban, a Seleção faz um treino de reconhecimento do estádio que abrigará o confronto com Portugal na quinta, às 12h30. Em seguida, o técnico Dunga falará à imprensa.
Um dia depois, os brasileiros voltam ao gramado, desta vez para enfrentar o rival que nesta segunda goleou a Coreia do Norte por 7 a 0, assumindo a vice-liderança do Grupo G da Copa do Mundo com quatro pontos. Somando seis, o Brasil ocupa a ponta e precisa de um empate para se classificar às oitavas de final na primeira posição.
Após a partida, o time retorna a Johannesburgo também na sexta, partindo do Aeroporto de Durban às 15h. Duas horas depois está marcado o jantar já no Fairway Hotel, local em que a delegação está concentrada desde a chegada à África do Sul, em 27 de maio.
Notícia
Direto de Johannesburgo
A Seleção Brasileira chegará a Durban, palco de seu terceiro compromisso na Copa do Mundo de 2010, contra Portugal, nesta quarta-feira. Assim, a equipe comandada por Dunga terá dois dias para se aclimatar antes da partida, que acontecerá às 11h (de Brasília) da próxima sexta.
Na quarta, a Seleção decola no Aeroporto Lanseria, em Johannesburgo, às 15h30. O voo para Durban é rápido e na programação divulgada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) já consta um lanche na cidade, no Hotel Umhlanga Ridge, apenas duas horas depois.
Antes, ainda em Johannesburgo, dois jogadores concedem entrevista às 7h45 e Dunga organiza um treino às 11h30, na Universidade Saint Sthithians. Essa rotina se repete na terça, quando os trabalhos serão organizados na St Stithians, local que substitui o colégio Hoerskool Randburg, abandonado provisoriamente devido às más condições do gramado.
Já em Durban, a Seleção faz um treino de reconhecimento do estádio que abrigará o confronto com Portugal na quinta, às 12h30. Em seguida, o técnico Dunga falará à imprensa.
Um dia depois, os brasileiros voltam ao gramado, desta vez para enfrentar o rival que nesta segunda goleou a Coreia do Norte por 7 a 0, assumindo a vice-liderança do Grupo G da Copa do Mundo com quatro pontos. Somando seis, o Brasil ocupa a ponta e precisa de um empate para se classificar às oitavas de final na primeira posição.
Após a partida, o time retorna a Johannesburgo também na sexta, partindo do Aeroporto de Durban às 15h. Duas horas depois está marcado o jantar já no Fairway Hotel, local em que a delegação está concentrada desde a chegada à África do Sul, em 27 de maio.
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Quem sou eu
- Blog do Paim
- Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.