quarta-feira, 29 de abril de 2020



SAÚDE 

 

No dia em que o Brasil bateu recorde de 474 mortos por coronavírus em 24 horas, o ministro da Saúde, Nelson Teich, deu uma coletiva “relâmpago” e assumiu que a tendência é de piora da epidemia. 



Quando o país atingiu a última marca mais alta, de 407 óbitos num dia, Teich afirmou que era resultado de um acúmulo de casos passados. 

Porém, com a continuidade dos altos índices, o Ministério da Saúde passa a assumir tendência de piora. 

“Alguns dias atrás eu coloquei que poderia ser um acúmulo de casos de dias anteriores que foi simplesmente resgatado. 

Mas como a gente tem uma manutenção desses números elevados e crescentes, a gente tem que abordar isso como uma curva que vem crescendo, como um agravamento da situação”, afirmou Teich. ➤ 

Segundo a pasta, os estados mais preocupantes são Rio de Janeiro, São Paulo, 

Pernambuco, Ceará e Amazonas. Perguntado sobre o que tem feito para dar assistência a essas áreas, Teich foi econômico. 

“Hoje a gente está trabalhando para dar suporte aos estados e municípios. 



A gente ofertou, tem uma parte financeira, tem os respiradores, tem os EPIs [equipamentos de proteção individual], tem recursos humanos”, disse. 



Em seguida, pediu para o novo secretário-executivo da pasta, Eduardo Pazuello, complementar a resposta. 




O único número citado por Pazuello foi o fornecimento de 185 respiradores aos estados mais afetados, a partir da quarta-feira 29. 



O Ministério informou ainda que fez reunião com os governadores do Norte nesta terça-feira 28. 

No dia seguinte, fará com gestores do Sul e Nordeste; na quinta-feira 30, com Sudeste e Centro-Oeste. 



Teich participará de uma audiência pública no Senado Federal na quarta-feira 29. 

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