quinta-feira, 9 de abril de 2020

BOA TARDE, FRAZÃO!

BOA TARDE, WILIAM FRANCO!


BOA TARDE OUVINTES DA RÁDIO 



FM AMÉRICA

Há alguns diziamos aqui que o  Ministro Mandeta se achava em condições de quase desespero em, relação à posssibilidade de vir à faltar EPI (material da proteção dos heróicos trabalhadores da saúde, além de equipamento hospitalar. sobretudo respiradores, na guerra contra a Covid-19.

Imaginem os ounintes que antes da situação atual já ocorriam casos, em malgumas unidades de saúde, em que haviam dois ou mais pacientes graves e apenas um respirador disponíveis. 

Ao assirtir um, condenavam os demais à morrer à mingua de ar, de oxigênio.

Agora é mais provável que esta siuação esteja acontecendo. 

E não pensem que isto só acontecerá com mos outros.

Pode ocorrer comigo e com vocês, de maneira mais provável se afrouxarmos o isolamento social.

Esta estratégia, poderá adiar o ápice da pandemia e dar 
tempo para possiibilitar o milagre de conseguirmos os equipamentos necessários. 

Por isto, o Brasil fecha contrato para comprar 6,5 mil respiradores nacionais com entrega em 90 dias, diz Mandetta 

Ministro da Saúde disse que compras previstas da China não estavam se confirmando e busca alternativa nacional. 

Por G1

Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta,empresas intensificam fabricação de respiradores no Brasil. 

Mandeta disse nesta quarta-feira (8) que as "compras da China não estão se confirmando" e que o Brasil fechou contrato com fabricante nacional para produção de 6,5 mil respiradores em 90 dias com a empresa MagnaMed. 

"As compras da China estão todas não se confirmando. Estamos abrindo um novo processo de compra", disse Mandetta. 

“Materializamos uma ação que começou com 45 dias e é extremamente complexa, que é fazer a indústria nacional disparar a produção em tempo reduzido. 

Temos quatro empresas que produziam uma pequena quantidade de respiradores, bem limitada. 

Uma delas tinha capacidade de fazer 400 [respiradores] até o fim do ano. 

Nós a redimensionamos”. 

De acordo com o ministro, grandes empresas brasileiras estão ajudando no adiantamento de recursos para tentar garantir uma produção interna mais rápida. 

Além dos 6 mil respiradores previstos em 90 dias, há, ainda, mais três outras empresas que devem reorganizar sua produção. 

Dois mil respiradores deverão chegar ainda neste mês. 

Ao todo, o projeto de produção nacional dos respiradores planejado pelo Ministério da Saúde prevê 14 mil unidades, sendo 7 mil respiradores de UTI e 7 mil de transporte. 

O custo estimado, segundo Mandetta, passa de um bilhão de reais. 

Incerteza com a China 

O ministro já demonstrava alguma incerteza com relação a compras de respiradores negociada com a China. 

Há uma semana, na quarta-feira (1º), havia anunciado uma "possível compra" de 8 mil respiradores do país, com o prazo de 30 de dias para a entrega. 

Segundo ele, o número conseguiria "acalmar as capitais". 

"O cenário muda nos respiradores, porque 8 mil respiradores, eu acalmo SP, MG, RJ. 

Acalmo as capitais. 

A coisa anda", disse à época. 

Mesmo assim, o ministro disse não ter como garantir as aquisições de produtos chineses: 

"(Mas) eu não quero vir aqui e falar: 

'Eu tenho tanto. 

Está comprado'. 

Está havendo uma quebra entre o que você compra, assina e o que, efetivamente, você recebe". 

"Às vezes chegam pessoas e falam para quem vendeu: 'olha, você vendeu por quanto? vendeu por 10. 

E a multa? 

É tanto, 20%. 

Bom então tá, então eu pago a multa, pago os 10 e pago mais tanto para você vender pra mim'. 

Então a coisa está dessa maneira", explicou Mandetta na quarta-feira (1º). 

Voltaremos daqui a pouco!  

Estamos de voltaMáscaras e os EUA 

O ministro da saúde também informou nesta terça-feira (7) que irá adquirir toda a produção de máscaras da fábrica da 3M no Brasil, uma das principais empresas do setor. 

"Hoje eu fiz um call com a empresa 3M. 

A gente vai adquirir a capacidade de produção total dessa fábrica aqui no Brasil. 

A gente imagina que vai conseguir ter 1,5 milhão até 1,8 milhão de máscaras para o nosso mercado confirmadas no mês de abril. 

Depois, no mês de maio e, depois, no mês de junho. 

Quer dizer, a gente vai ter abastecimento razoável", disse Mandetta. 

O anúncio ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizar que poderia embargar toda a produção para o uso exclusivo do país. 

Mesmo com essa declaração de Mandetta sobre as máscaras, até esta segunda-feira (6), a 3M havia afirmado ao G1 que ainda não tinha como informar se o Brasil seria afetado pela ordem do presidente americano. 

Na semana passada, Trump invocou a Lei de Produção de Defesa para obrigar a 3M a produzir e vender máscaras N95 para os Estados Unidos na quantidade que o governo julgar necessárias. 

A lei, dos anos 1950, permite o direcionamento da produção das empresas privadas e foi criada na época porque os americanos temiam problemas de abastecimento durante a Guerra da Coreia. 

Trump pediu ainda que a 3M parasse de exportar o produto para o Canadá e a América Latina. 

A companhia respondeu que a medida teria implicações humanitárias significativas e que poderia trazer retaliações de outros países. 

Sem se sensibilizar, no sábado (4) o presidente dos EUA voltou a defender a retenção de toda a produção em seu país: 

"Precisamos das máscaras. 

Não queremos outros conseguindo máscaras. 

É por isso que estamos acionando várias vezes a Lei de Produção de Defesa. 

Você pode até chamar de retaliação porque é isso mesmo.

É uma retaliação. 

Se as empresas não derem o que precisamos para o nosso povo, nós seremos muito duros.

" Trump aciona lei de guerra para garantir que a produção de máscaras fique no país Em resposta a 3M afirmou que ampliou sua produção e que está fabricando o maior número possível de máscaras N95 nas últimas semanas e meses. 

Em um comunicado divulgado no domingo, a empresa disse que “A 3M continuará a maximizar a quantidade de máscaras que podemos produzir para os heroicos profissionais da saúde nos EUA e no mundo, como fizemos desde janeiro, quando a crise global começou”. 

Nesta segunda (6) a 3M ainda anunciou que vai importar 166 milhões de mascaras nos próximos 3 meses nos EUA, principalmente de sua fábrica na China, para ajudar a corresponder à demanda do mercado americano.

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