quarta-feira, 15 de julho de 2020

OUVINTES



Por razões anteriormente citadas, por mais que sejam naturais, os superalimentos também precisam ser consumidos com moderação. 




É importante ter respeito ao seu cultivo e estar atento à época do ano em que determinado superalimento pode ser consumido sem grandes quantidades de conservantes e outros aditivos da indústria.




A ciência da área acredita que, pela nomenclatura, as pessoas pensam que podem comer quantidades ilimitadas dos superalimentos e que terão sempre benefícios igualmente ilimitados. 




No entanto, essa breve reflexão indica que até mesmo comida saudável em excesso engorda e traz prejuízos para a saúde de qualquer um. 




Uma dieta ideal contém grandes quantidades e variedade de plantas, frutas, vegetais, grãos e produtos animais saudáveis. 




Os superalimentos podem ser colocados como uma boa fonte de iniciação em busca de uma alimentação saudável e de estudo sobre o valor nutricional daquilo que se come. 




Por isso, a ciência levanta mais um ponto: 

existem diversos alimentos saudáveis para explorar e experimentar, mesmo que nenhum deles seja rotulado como um superalimento. 




O medo dos especialistas, portanto, é que alguém pouco informado passe a escolher um “superalimento” em detrimento de um bom alimento só pela nomenclatura. 




Então, vale mesmo a pena? 




Há muito tempo os cientistas promovem os benefícios saudáveis dos fitonutrientes e dos micronutrientes — daí surgiu o termo superalimento. 





Afinal, esses alimentos são recheados de antioxidantes e de altas concentrações de vitaminas, minerais e aminoácidos.




Portanto, não se trata de um mito ou de pura invenção comercial. 



OUVINTES

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